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Ataque com mísseis deixa mortos aeroporto sírio; governo Assad acusa Israel

Inicialmente, TV estatal síria afirmou que os Estados Unidos eram os suspeitos de ter feito o ataque.

Da Redação do Diamante Online

09/04/2018 às 10:23 | Atualizado em 17/03/2024 às 11:21

Quatorze militares sírios e combatentes aliados morreram nesta segunda-feira (9) em um ataque com mísseis contra o aeroporto militar sírio de Taifur, na província de Homs, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH). O governo de Bashar al-Assad e a Rússia responsabilizaram Israel pelo bombardeio.

A ONG diz que dois mísseis atingiram a base, que abriga tropas do exército sírio, do Hezbollah e forças iranianas.

A Sana, agência oficial de notícias do regime sírio, afirmou que a agressão israelense no aeroporto T-4 foi realizada por aviões F-15 que lançaram vários mísseis. Inicialmente, a agência tinha acusado o governo dos Estados Unidos. Neste momento, o Departamento de Defesa não está conduzindo ataques aéreos na Síria, negou o Pentágono em um comunicado, de acordo com a Efe.

O ministério russo da Defesa afirmou que dois aviões F-15 do exército israelense atacaram a base aérea entre 3h25 e 3h53 horário de Moscou (21h25 e 21h53 de Brasília, de domingo) com a ajuda de oito mísseis teleguiados a partir do território libanês, sem penetrar no espaço aéreo sírio, segundo a France Presse.

Israel advertiu em várias oportunidades que não aceitará que o Irã, seu grande inimigo, estabeleça trincheiras militares na Síria e bombardeou alvos iranianos neste país.

Tensão com os EUA
O ataque e a acusação contra os EUA da parte do governo sírio ocorrerem após o presidente americano, Donald Trump, acusar o governo de Bashar Al-Assad de ter feito um ataque químico na cidade de Duma, na região de Guta Oriental.

Guta Oriental: entenda como região da Síria sob intenso ataque chegou a crise humanitária

No Twitter, Trump afirmou que haverá um preço alto a ser pago. Muitos mortos, incluindo mulheres e crianças, em um ataque químico absurdo na Síria. A área da atrocidade está cercada pelas forças sírias, deixando-a inacessível para o resto do mundo, escreveu.

G1.COM

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