Irmão de Jaqueline rebate versão apresentada por sub-tenente da PM, em Itaporanga

Para o jovem Janderson Flávio Araújo, a versão apresentada pelo policial não passa de uma cena montada

Em contato com o Portal DiamanteOnline, na manhã deste sábado, dia 14 de julho, o irmão da jovem Jaqueline Fabrícia, vítima de disparos de arma de fogo em janeiro desse ano em Itaporanga (PB), rebateu a versão apresentada pelo acusado do crime, o sub-tenente da Polícia Militar, Damião Soares Gomes “Damir”.

O policial falou pela primeira vez para a imprensa através do DOL, na manhã desta sexta-feira, 13 de julho.

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Por outro lado, o irmão de Jaqueline indaga: Não basta ter matado minha irmã de forma cruel e orquestrada com um tiro pelas costas? Ele quer trazer novas mentiras?

“O laudo pericial que temos em mãos, nos mostrou que o tiro acertou o dorço esquerdo, que atingiu a coluna e pulmão. O mesmo está nos autos do processo”, comenta.

Para o jovem Janderson Flávio Araújo, a versão apresentada pelo policial junto ao juízo da 1º Vara e o Ministério Público de Itaporanga não passa de uma cena montada, um tiro acidental.

“Ele foi sim o padrinho de formatura da minha irmã, isso prova que ela amava ele, diferente dele que negou dar o anel de formatura a ela, o que teria deixado ela muito triste com a reciprocidade. Ele destruiu uma família de bem. Toda a cidade nos deu total apoio e sabe o que realmente aconteceu”, lamenta Janderson.

Segundo o irmão da vítima, após o crime, Damir teria ligado para um vizinho tentando coagir o mesmo a dar um falso testemunho. O jovem ainda acusa o policial de ser uma pessoa possuidora de um currículo cheio de problemas com a sociedade itaporanguense.

Em Itaporanga, o caso tomou grandes proporções causando comoção popular.

Fonte Diamante Online

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