Cúpula nacional do PSB coloca candidatura ao Governo da Paraíba como prioridade em 2018

Além da Paraíba, também são consideradas prioridades as candidaturas nos estados de Minas Gerais, Pernambuco, São Paulo, Espírito Santo e Distrito Federal

Durante um encontro com o PT em Brasília, a cúpula do PSB apresentou um mapa de candidaturas estaduais que considera prioritárias para as eleições de 2018. Além da Paraíba, também são consideradas prioridades as candidaturas nos estados de Minas Gerais, Pernambuco, São Paulo, Espírito Santo e Distrito Federal, segundo o jornal O Estado de São Paulo.

Na Paraíba o PSB apresentou como pré-candidato ao cargo de governador nas eleições de 2018 o secretário de Estado João Azevêdo. Seu nome já foi referendado em convenção estadual do partido. Com esse estudo de reaproximação do PSB com os partidos de esquerda, é possível que sejam formadas alianças também na Paraíba.

Na última semana o PSB se reuniu com PT, PDT e PCdoB para negociar uma “agenda mínima” com o objetivo de reconstruir o campo político de esquerda. Na próxima terça-feira, 28, eles voltam a se encontrar, desta vez com a presença de dirigentes do PSOL.

Não existe ainda no momento a pretensão de lançar uma chapa única ao Palácio do Planalto para a eleição de 2018, até porque PT, PDT e PCdoB já apresentaram pré-candidatos. Mas os dirigentes admitem que o realinhamento pode levar a um entendimento no segundo turno. Além de encontrar pontos de convergência programática, o objetivo da reaproximação é articular alianças nos Estados.

Na reunião de terça-feira, organizada pelas fundações dos quatro partidos, serão discutidas bases para um programa “para o País” que poderá ser usado por qualquer candidato. “Este primeiro seminário vai discutir as bases mínimas para a construção de um programa comum para o País”, afirmou o presidente da Fundação Perseu Abramo (PT), Marcio Pochmann.

O primeiro resultado prático da aproximação foi uma nota conjunta sobre o parlamentarismo divulgada na semana passada que aponta “estímulo” da gestão Michel Temer a uma ação no Supremo Tribunal Federal que pode abrir uma brecha para a adoção desse sistema de governo sem a necessidade de uma consulta popular. Segundo os partidos, a manobra seria um “golpe” que tem como objetivo impedir que o presidente a ser eleito em 2018 assuma de fato o governo.

Fonte Estadão

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