Mesmo tendo cura, a sífilis ainda é uma doença perigosa; Na PB casos aumentaram 12% em 2017

A ginecologista afirmou ainda que o paciente pode ser contaminado novamente, mesmo sendo curado.

Mesmo não sendo uma doença recente, descoberta no século XIX, a sífilis é muito difícil de ser diagnosticada clinicamente, pois seus sintomas são muito comuns a outras doenças, que são tratadas com um simples antibiótico. Por esse motivo, mesmo tendo cura, ela acaba se tornando muito perigosa, se não tratada nos primeiros estágios. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (SES), foram notificados, em 2016, 393 casos de sífilis em gestantes e 260 casos de sífilis congênita. Enquanto que, em 2017, foram registrados 330 casos de sífilis em gestantes, 642 de sífilis congênita e 295 bebês que nasceram com a doença (congênita), resultando em um aumento de 12% de sífilis congênita.

A ginecologista Wanicleide Leite Fagundes comentou que a pessoa que tem sífilis sempre vai ter o VDRL reagente. “O que quer dizer exame reagente. Quer dizer que a pessoa que teve a doença sempre vai ter o resultado no exame de ½, que significa que ela teve a sífilis, foi curada, mas tem uma cicatriz sorológica. Por isso, algumas pessoas fazem o exame e perguntam mas doutora o exame ainda está dando positivo, mas ela vai ficar pelo resto da sua vida com ½, porque é como se fosse uma marca da doença, uma cicatriz, explicou. A ginecologista afirmou ainda que o paciente pode ser contaminado novamente, mesmo sendo curado.

Fonte PB Agora

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