Mais um presentão para as Prefeituras do Vale: dinheiro extra já cai nesta quinta

Juntos, os 20 municípios do Vale receberão pouco mais de R$ 8,1 milhões, conforme levantamento da Folha, e os repasses obedecerão o coeficiente do FPM

Este mês de dezembro promete mesmo ser gordo financeiramente para as Prefeituras do Vale. Além dos repasses normais do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) nos dias 10, 20 e 30 e do auxílio financeiro anunciado recentemente pelo Governo Federal, “Papai Noel” trará mais um "presente de Natal" antecipado para os cofres municipais neste final de ano.

É o repasse de uma verba extra que deverá ser liberada para as Prefeituras já nesta quinta-feira, 7. Esse dinheiro é uma conquista do movimento municipalista, encabeçado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

Juntos, os 20 municípios do Vale receberão pouco mais de R$ 8,1 milhões, conforme levantamento da Folha, e os repasses obedecerão o coeficiente do FPM. Para Itaporanga serão repassados R$ 806.170,37. Conceição terá um dinheiro extra de R$ 691.003,17.

Para Coremas e Piancó, o repasse será de R$ 575.835,98. Já os demais 16 municípios regionais, que possuem 0,6 de coeficiente, receberão, individualmente, R$ 345.501,59. Esse repasse extra é resultado da aprovação das emendas constitucionais 55/2007 e 84/2014, que alteram, conforme a CNM, o artigo 159 da Constituição Federal e elevaram, gradativamente, os recursos repassados pela União para o fundo.

A verba repassada em julho e dezembro refere-se a 1% da arrecadação de Imposto de Renda (IR) e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) referente aos 12 meses anteriores ao mês do repasse. Mais de R$ 20 milhões - Os 20 municípios do Vale receberão, conjuntamente, neste mês de dezembro, mais de R$ 20 milhões quando somados os recursos regulares deste mês do FPM (estima-se que deve ser de R$ 8,1 milhões, mesmo valor da verba extra, mas pode ser ainda maior), a verba extra (R$ 8,1 milhões) e a ajuda financeira (R$ 4 milhões), que também saíra este mês. Terminar 2017 em dia - Com os cofres cheios, espera-se que as Prefeituras regionais não tenham dificuldades para pagar salário e 13° dos servidores e honrar compromisso com fornecedores, além da necessidade de investimentos em obras e serviços em benefício da população.

Com planejamento, poderão entrar 2018 com as finanças municipais em situação bem melhor. 

Fonte Folha do Vale

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