Presidente do TJPB se reúne com juízes de Itaporanga e confirma melhorias para Comarca

De acordo com o juiz Antônio Eugênio, o resultado da reunião foi muito positivo e o presidente mostrou determinação

O presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos, recebeu o juiz Antônio Eugênio Leite Ferreira Neto que responde pela 1ª Vara Mista da Comarca de Conceição e é titular da 2ª Vara de Itaporanga, e a juíza da 3ª Vara Mista da Comarca de Itaporanga, Hyanara Torres Tavares de Souza. Os magistrados levaram algumas demandas relacionadas à segurança e servidores. Eles ouviram do presidente que todas as questões serão devidamente resolvidas, levando em consideração o quadro financeiro e orçamentário do Tribunal.

Também participaram da reunião de trabalho, que aconteceu na manhã desta segunda-feira (20), os juízes auxiliares da Presidência do TJPB, Rodrigo Marques e Meales Melo, o diretor de Recursos Humanos do Tribunal de Justiça, Einstein Roosevelt Leite, o assessor da Diretoria Administrtiva, Tony Pegado, e a gerente de projetos da Diretoria de Gestão Estratégica do TJ, Carol Leal.

“Vou avaliar os critérios objetivos, sobre a relotação e requisição de servidores, como minha gestão sempre vem fazendo. Também estou implementando o Projeto Acesso Seguro nas comarcas do Sertão, sobretudo nas que fazem divisa com outros estados”, disse o presidente. Márcio Murilo adiantou que vai visitar o Sertão, no início do próximo mês, sendo dia 10 de junho, as Comarcas de Conceição e Piancó e, dia 11, Itaporanga.

De acordo com o juiz Antônio Eugênio, o resultado da reunião foi muito positivo e o presidente mostrou determinação em resolver as questões trazidas pelos magistrados. “O desembargador demonstrou muita sensibilidade para solucionar os problemas que assolam o Sertão. Ele vai, pessoalmente, às comarcas da nossa região para tratar sobre os nossos pleitos”, comentou.

A juíza Hyanara Torres também avaliou o encontro de forma produtiva. “Para nós, juízes do Sertão, é muito importante poder ser escutados e saber que nossas demandas serão resolvidas. Só assim, poderemos levar uma melhor prestação jurisdicional”, destacou.

Fonte Assessoria

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