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Brasil

MP apura caso de jovem que usou farda nazista em festa de formatura

A apologia ao nazismo é crime no Brasil, previsto em lei desde 1989, com pena de reclusão de dois a cinco anos e multa.

Por Redação

15/01/2026 às 07:28

Faculdade repudiou o caso. - Reprodução

Faculdade repudiou o caso. (Foto: Reprodução)

O Ministério Público do Rio Grande do Norte instaurou procedimento para apurar o caso de um adolescente que compareceu a uma festa de formatura usando um traje com referências ao regime nazista, em Mossoró (RN).

O episódio ocorreu no sábado (10), durante o baile de formatura do curso de Medicina de uma faculdade particular, e ganhou repercussão nas redes sociais após a circulação de imagens do adolescente.

A reportagem tentou contato com telefônico com a família do adolescente, mas as chamadas não foram atendidas nesta quarta-feira (14).

Como era a roupa usada pelo garoto?

Conforme imagens da festa que circularam nas redes sociais, o garoto utilizava um blazer cinza com insígnias aplicadas no peito e nos ombros, com símbolos em formato de cruz e uma águia estilizada.

A roupa também incluía calça em tom verde-acinzentado e botas pretas de cano alto, compondo um traje semelhante ao uniforme militar associado ao nazismo.

A apologia ao nazismo é crime no Brasil, previsto em lei desde 1989, com pena de reclusão de dois a cinco anos e multa. Como se tratava de um adolescente, é considerado um ato infracional análogo ao crime.

Entre os símbolos no peito usado pelo adolescente, estava a cruz de ferro, condecoração militar alemã instituída no período do Terceiro Reich.

O Ministério Público do Rio Grande do Norte instaurou procedimento para apurar o caso de um adolescente que compareceu a uma festa de formatura usando um traje com referências ao regime nazista, em Mossoró (RN).

O episódio ocorreu no sábado (10), durante o baile de formatura do curso de Medicina de uma faculdade particular, e ganhou repercussão nas redes sociais após a circulação de imagens do adolescente.

A reportagem tentou contato com telefônico com a família do adolescente, mas as chamadas não foram atendidas nesta quarta-feira (14).

Diário do Nordeste

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