Com passagem por grandes bandas de forró, cantora de Diamante esbanja técnica vocal e talento

Rallyne Sousa integrou grupos musicais como Bonde do Brasil e Rainhas da Farra.

Rallyne Sousa — Foto: arquivo pessoal

Talento e amor ao que faz, dessa forma pode ser definida a jovem Rallyne Sousa, de 30 anos, que é natural de Diamante (PB). Ela é reconhecida em toda Paraíba pela técnica vocal e por passagens importantes em renomadas bandas de forró romântico.

A diamantense começou a cantar aos 6 anos de idade em corais de igreja evangélica, e não parou mais. Também não demorou muito tempo para que seu dom fosse notado por quem assistia às suas apresentações.

Com apoio da família e amigos, o nome da cantora começou a ganhar projeção na cidade e região do Vale do Piancó, até que em 2010 resolveu se lançar de vez no mundo do forró.

Ao participar de pequenos grupos musicais no Sertão, Rallyne foi convidada a fazer backing vocal na banda Colo de Menina, renomada no seguimento da época, e, após quatro meses, logo foi chamada para integrar o Bonde do Brasil, uma das melhores do forró romântico.

Daí em diante, a carreira da jovem deslanchou. Fazendo shows em diversas cidades do nordeste brasileiro, a sertaneja elevou seu nome como uma das maiores revelações da Paraíba.

Apresentação nos palcos — Foto: reprodução

Ela fez apresentações em quase todos os estados nordestinos, chegando, inclusive, a gravar DVDs e clipes, os quais lhe renderam um maior destaque (assista abaixo)

Com rotina de viagens e gravações, Rallyne permaneceu a frente do grupo por 5 anos, quando decidiu sair e ir para outra banda, a Rainhas da Farra. Nesta última, ela teve curto tempo de atuação, com pouco mais de 2 anos.

No entanto, o período pelas bandas lhe rendeu fã-clubes que a acompanham até hoje. Nas redes sociais, a diamantense conta com milhares de seguidores e páginas ativas.

Já com talento reconhecido, a jovem decidiu seguir carreira solo, colocando seu nome como marca. Ela fez várias apresentações, mas teve que parar em 2020 devido à pandemia da Covid-19.

Os efeitos da crise sanitária atingiram todos os setores, sendo um dos mais prejudicados o do meio artístico, conforme explicou ela.

“Está sendo muito difícil. A pandemia foi um ‘baque’ muito grande para quem faz parte da música. Outros setores tiveram mais oportunidades de trabalho, mas nós, como dizem, fomos os primeiros a parar e os últimos a voltar”, lamentou.

Contudo, com a diminuição dos casos ativos no país, a cantora diamantense afirmou que já está sendo possível apresentar-se gradualmente. Na semana passada, ela participou de uma grande live pela Lei Aldir Blanc em Diamante e pôde sentir novamente a emoção de soltar a voz perante um palco. 

A artista disse também que já tem novos projetos musicais que serão anunciados e lançados em breve. 

Assista aos shows

Diamante Online

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