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Esportes

Confederação Brasileira de Vôlei proibe mulheres trans em competições femininas

Critério passa a valer na temporada 2026/27 das competições organizadas pela entidade.

Por Redação

15/08/2026 às 14:54 | Atualizado em 15/08/2026 às 14:54

Ponteira do Osasco, Tifanny Abreu é a 1ª mulher trans a disputar uma partida oficial da Superliga; com a nova regra, ela pode ser impedida de jogar. - Reprodução

Ponteira do Osasco, Tifanny Abreu é a 1ª mulher trans a disputar uma partida oficial da Superliga; com a nova regra, ela pode ser impedida de jogar. (Foto: Reprodução)

A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou, na tarde desta sexta-feira (14), que vai aderir à política do Comitê Olímpico Internacional (COI) sobre a elegibilidade na categoria feminina, que prevê a testagem para identificar a presença ou ausência do gene SRY (em inglês, Sex-determining Region Y), associado ao desenvolvimento sexual masculino.

“A CBV passa a seguir — a partir de hoje — os critérios e fundamentos da Política de Proteção da Categoria Feminina do COI, publicada em março deste ano, que limita a elegibilidade nessa categoria exclusivamente às atletas do sexo biológico feminino. Essa verificação é feita por testagem e triagem do gene SRY, tendo como ressalvas apenas condições excepcionais previstas na política da entidade”, afirmou a CBV em nota oficial.

Uma das exceções previstas no documento divulgado pelo COI é para casos em que a atleta demonstre, por meio de avaliação especializada, possuir alguma condição rara, como distúrbios do desenvolvimento sexual, que provoque efeitos anabólicos e alterações no desempenho decorrentes da testosterona.

De acordo com a entidade, os critérios passam a valer a partir da Superliga A e B (temporada 2026/27), da Supercopa 2026, da Copa Brasil 2027, do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2027 (adulto) e do CBVP Challenger 2027.

CNN Brasil

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