Menu
Policial

Operação cumpre mandados em cidades da PB e do RN contra organização criminosa liderada por preso

Cerca de 80 policiais civis participaram da operação e cumpriram 26 mandados de busca e apreensão.

Por Redação

04/02/2026 às 09:30

Central da Polícia Civil de Campina Grande, Agreste da Paraíba - Divulgação/Polícia Civil

Central da Polícia Civil de Campina Grande, Agreste da Paraíba (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Uma operação conjunta entre as Polícia Civil da Paraíba e do Rio Grande do Norte foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (4) com cumprimento de 26 mandados de busca e apreensão contra uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas. A Operação Stone foi deflagrada nas cidades de Queimadas, Campina Grande, Esperança, Pedra Lavrada e João Pessoa, na Paraíba, e na praia de Pipa, em Tibau do Sul, Rio Grande do Norte.

Segundo a Polícia Civil, a investigação começou em 2023 e teve como objetivo de combater uma organização criminosa que seria liderada por um preso da Penitenciária de Segurança Máxima Doutor Romeu Gonçalves de Abrantes (PB1), em João Pessoa. O investigado teria um comando no tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de fogo e crimes patrimoniais na região de Campina Grande e Queimadas, no Agreste da Paraíba.

Cerca de 80 policiais civis participaram da operação e cumpriram 26 mandados de busca e apreensão. Além disso, foram bloqueadas contas bancárias de 15 investigados e seis armas de fogo e um veículo foram apreendidos.

Ainda de acordo com a investigação, a organização criminosa chegou a movimentar, somente em 2024, mais de R$ 45 milhões. Um mototaxista, que teria movimentado R$ 1 milhão, tentou quebrar o celular no momento da operação.

Entre os alvos da ação policial estão uma funcionária da Prefeitura Municipal de Queimadas, no Agreste da Paraíba, um policial militar e um advogado. Segundo a Polícia Civil, a funcionária da prefeitura seria esposa do preso e é comissionada no setor de transportes da prefeitura da cidade. Já o PM foi alvo de busca e é investigado por suposta colaboração do preso.

G1

Anúncio full